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Como transformamos a vela em ferramenta de aprendizagem?

Velejar é uma experiência única e extremamente rica em analogias com o mundo corporativo. Tais como o trabalho em equipe da tripulação e a liderança do capitão. Da mesma forma que a estratégia no planejamento da rota e a adaptabilidade para lidar com as mudanças nos ventos. Apesar disso, a Vela por si só não é garantia de uma ferramenta de aprendizagem efetiva.

O simples ato de velejar pode ser considerado uma prática de lazer, esporte e até mesmo de turismo. Momentos esses em que a experiência é o único objetivo e já se basta. Contudo, para que sejam extraídos conceitos e aprendizados, o processo precisa ser mais completo.

Para transformar a experiência de velejar em uma ferramenta de aprendizagem é necessário ir além da vivência em si e encontrar um significado maior por trás dela. Explorar a essência, que possibilita ensinamentos aplicáveis a outras realidades fora do contexto original. E, é claro, um processo que faça isso acontecer de forma clara e fluída.

No caso da PrimeSail, transformamos a Vela em uma ferramenta de aprendizagem para o mundo corporativo. Para isso, desenvolvemos três fundamentos: personalização das experiências, conteúdos complementares e metodologias de facilitação.

1. Personalização da experiência para que a Vela seja uma ferramenta de aprendizagem
Toda a velejada é única

treinamento-vivencial-aprendizagem

Criamos um método que permite que os participantes sejam os protagonistas da sua vivência a bordo. Eles assumem o comando de um veleiro mesmo sem ter conhecimento técnico prévio. Os participantes conduzem toda a velejada, sendo naturalmente exigidos a trabalhar em equipe, exercer liderança e pensar de forma estratégica para lidar com os desafios de uma velejada. Eles recebem instruções técnicas, porém sem perder a autonomia de atuarem proativamente como equipes e como líderes a bordo.

Outro ponto essencial é a questão da complexidade. Como abordamos neste artigo, uma das principais características do velejar para a construção de analogias ao mundo corporativo é a complexidade das variáveis envolvidas em uma navegada.

Existe uma infinidade de situações que podem ser exploradas em uma simples velejada. Tudo depende do perfil do grupo que está vivendo esta experiência. Tornamos cada treinamento mais eficiente em relação ao briefing que recebemos das empresas. E, assim, planejamos as experiências maximizando as situações que queremos explorar.

Por exemplo, com um grupo de gestores de posição mais operacional ou tática o objetivo de um treinamento normalmente não é focar em tomadas de decisão estratégicas. Portanto, é importante conduzirmos a velejada de forma que explore mais elementos de planejamento tático. Uma das formas que isso pode acontecer é retirando o elemento de definição do destino ou do planejamento da rota da responsabilidade dos participantes. No caso de um grupo mais estratégico, a situação seria exatamente a inversa.

2. Conteúdos complementares
Inspiração na vela e nos negócios

mindset

Complementamos a ferramenta vivencial com dois tipos de conteúdo. Um para ajudar a dar significado à vivência e o outro para ajudar na aplicabilidade dos aprendizados.

Para significar a vivência, desenvolvemos conteúdos próprios sobre trabalho em equipe e liderança. Todos eles a partir da maneira como tripulações e capitães de sucesso atuam em suas navegadas. São conteúdos inspirados na vela e baseados em teorias de negócios. Você pode acessar este conteúdo neste material sobre o Mindset dos Navegadores. Este modelo serve como suporte inicial no processo de aprendizagem, tangibilizando as lições por trás da velejada para os participantes.

O outro tipo de conteúdo é oriundo de modelos e conceitos sobre liderança e gestão de equipes no mundo dos negócios. É utilizado em complemento ao Mindset dos Navegadores, traduzindo os conceitos trabalhados para a realidade do dia a dia de uma empresa. Sua principal função é embasar a implementação dos aprendizados inspirados no barco na realidade corporativa específica de cada grupo. Você pode receber esse conteúdos inscrevendo-se na nossa newsletter clicando aqui.

3. Metodologia de facilitação
Análises da experiência

integração

Para completar um processo de aprendizagem – além de experiência desenhada e de conteúdos ricos e personalizados – é preciso um pilar que sustente o ciclo de aprendizagem. Que envolva os participantes de forma ativa e seja capaz de resultar em ações aplicáveis para gerar valor e melhorias práticas.

A metodologia de facilitação que desenvolvemos foi inspirada em modelos internacionais que estão revolucionando o sistema educacional pelo mundo, propondo uma inversão de papéis: os participantes são os protagonistas do processo.

Através de experimentações, reflexões, debates e colaboração, o processo deixa de ser individual e passa a ser coletivo. Permite e promove troca de percepções e diferentes pontos de vista para chegar em soluções mais inovadoras e ricas, explorando os aprendizados de todos os envolvidos.

O papel do facilitador neste processo é de provocar as reflexões e ações mais pertinentes ao grupo. Direciona o aprendizado e torna mais fácil sua aplicação – afinal, faz com que a solução seja construída pela mesma pessoa que precisa aplicá-la.

Além disso, acreditamos que ninguém conhece melhor a realidade dos negócios do que os próprios gestores envolvidos no dia a dia. O desafio no processo de desenvolvimento não é entregar as melhores soluções, mas sim guiar as pessoas para construírem suas próprias soluções. Embarca nesta conosco?

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